Mãe mostra smartphone para bebê da geração alfa

Você conhece a geração alfa?

Alfa: a primeira geração completamente digital
Muito se discute sobre a Sociedade 5.0 e como ela vai desenhar o futuro. A expectativa é que a vida das pessoas terá mais sentido por meio da tecnologia. E é cima da tecnologia que as novas gerações têm sido conceituadas. É o caso da Alfa, a primeira geração que é 100% nativa digital, segundo o instituto de pesquisa americano Pew Research Center. Estudiosos definem que a geração Alfa é formada por crianças nascidas a partir de 2010. A expectativa é que este grupo terá mais de 2 bilhões de pessoas em 2025, ano previsto para o nascimento dos últimos Alfas, que terão como pauta o meio ambiente e melhor qualidade de vida, mas irão esbarrar em dificuldades como interações pessoais e menor intercâmbio de linguagem, provocando problemas de intercomunicação oral e maior incidência de transtornos oftalmológicos e de déficit de atenção, apontam especialistas. Tudo isso por nascerem já em “telas”.

Adolescente viola segurança da Apple duas vezes…
O motivo da invasão? A tentativa de chamar a atenção da empresa para conseguir um emprego, segundo o site da emissora australiana ABC. A primeira violação de segurança aconteceu em 2015 quando o adolescente australiano tinha 13 anos e, com a ajuda de um cúmplice, invadiu o mainframe da Apple e fez o download de vários arquivos e dados. Já o segundo ataque foi em 2017 e o jovem, hoje com 17 anos, criou credenciais digitais falsas para se passar por um colaborador da companhia. Ao site ABC, Mark Twiggs, advogado do garoto, disse que “ele não imaginava que isso teria outra consequência além de uma oportunidade de trabalho”, citando o caso de outro hacker que conseguiu um emprego na Apple após violar a segurança da empresa. Tanto o australiano quanto o cúmplice não foram indiciados e não tiveram o histórico negativado, já que os dois querem seguir carreira em cibersegurança. Ao jovem de 17 anos, o magistrado entendeu que “ele claramente é um indivíduo talentoso em tecnologia da informação […] aqueles que têm essa vantagem não têm o direito de abusar desse dom”. Em nota enviada ao site ABC, a Apple informou apenas que os dados dos usuários “não foram comprometidos.”

Órgão regulador da LGPD está mais próximo
O Projeto de Lei de Conversão 7/2019, que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANDP), foi aprovado pelo plenário do Senado no último dia 29 de maio. Com isso, o órgão regulador para cuidar da Lei Geral da Proteção de Dados Pessoais (LGPD) pode ser implantado a tempo de ajudar na regulação da pauta, prevista para entrar em vigor em agosto de 2020. A ANDP vai ser responsável em estabelecer as orientações para a compreensão e implementação da LGPD, mas as condições de independência funcional e a autonomia financeira do órgão ainda serão debatidas nos próximos dois anos. Com a aprovação do PL 7/2019, o texto segue agora para sanção pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

5G: BBC faz primeira transmissão ao vivo com nova tecnologia
E mostrou ser (quase) um sucesso, se não fosse pelo corte da transmissão devido ao fim do pacote de dados. No último dia 30 de maio, o repórter Rory Cella-Jones foi às ruas para fazer uma reportagem ao vivo do lançamento da rede 5G de uma operadora do Reino Unido. A ideia era falar da novidade com uma transmissão feita pela rede 5G. O problema é que o chip SIM usado atingiu o limite de dados e o quadro do BBC Breakfast precisou ser adiado em 15 minutos.

Universidade utiliza IA para identificar plágio em artigos
O feito é do departamento de Ciência da Computação da Universidade de Copenhague (Dinamarca). Pesquisadores da instituição criaram o Ghostwriter, um programa que utiliza Machine Learning e redes neurais para detectar fraudes em provas acadêmicas e tem uma taxa de sucesso de 90%. Para isso, os cientistas utilizaram uma base de dados com 130 mil trabalhos escritos por 10 mil estudantes do Ensino Médio, disponibilizada pela empresa MaCom, responsável pela plataforma Lectio, que tem a mesma finalidade. O Ghostwriter ainda é um projeto de pesquisa, mas para Stephan Lorenzen, do departamento de Ciência da Computação do grupo de pesquisa DIKU-DABAI, a solução pode ser aplicada em áreas como a de falsificações de documentos, mas que é preciso uma preocupação ética com o uso do programa. “Qualquer resultado entregue pelo programa não pode ser uma decisão conclusiva, mas serve para apoiar a suspeita de uma possível trapaça.”

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