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Embratel migra dados da rede pública de saúde para a nuvem

24/06/2020

Tempo estimado de leitura: 5 minutos

Entenda como a migração aconteceu e qual a sua importância para o setor, médicos e pacientes.

“Embratel migra dados da rede pública de saúde”. Você já deve ter visto essa notícia no seu computador ou celular por conta da evidência que o tema “saúde” tem recebido desde a confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Brasil.

A “migração de dados” refere-se a transferência de dados de saúde do data center do Ministério da Saúde para um ambiente em nuvem. É isso mesmo, a transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS) passa pela cloud.

Essa transformação digital pode ser materializada na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), um trabalho feito em conjunto pela Embratel e o Departamento de Informática do SUS (DATASUS), responsável por promover a digitalização do SUS e que responde à pasta.

Em um resumo rápido, a RNDS é o ponto central para onde convergem os dados coletados pelo Conecte SUS, o programa de informatização das Unidades da Atenção Primária à Saúde (APS).

Essa ação traz algumas vantagens para a sociedade, entre elas:

  1. Melhorar o atendimento ao cidadão;
  2. Fornecer precisão no diagnóstico dos pacientes;
  3. Garantir eficiência na gestão das unidades públicas.
  4. Melhorar a comunicação entre os diversos equipamentos de saúde para manter o histórico de um paciente sempre atualizado.

Para que você possa entender como esse trabalho em conjunto entre Embratel e o DATASUS foi realizado em um curto espaço de tempo, desenvolvemos um e-Book com informações completas sobre essa transformação. Clique no banner abaixo e baixe-o gratuitamente!

Embratel migra dados da rede pública de saúde para a nuvem: saiba como

O Ministério da Saúde e a Embratel possuem uma parceria de longa data. Em 2019, as duas instituições embarcaram juntas no desafio de informatizar as equipes da Saúde da Família (eSF) e criar uma rede segura para melhorar a troca de dados de saúde em todo o país.

Essa é a gêneses do Conecte SUS, o programa que integra os dados de saúde de um cidadão na RNDS para que profissionais e gestores de saúde consigam ter mais eficiência no atendimento, na continuidade do cuidado ao cidadão e na gestão correta do recurso público.

Atender essa demanda exigia que a RNDS estivesse hospedada em um ambiente em nuvem, pois essa tecnologia tem como características — entre outras tantas — a agilidade e flexibilidade, fundamentais para o sucesso da jornada de transformação digital e, posteriormente, para a “adaptação” que o projeto inicial sofreu para apoiar o Ministério da Saúde no combate ao novo coronavírus.

E falamos em “adaptação” porque a RNDS ganhou um novo papel a partir de março de 2020, e passou a receber e compartilhar as notificações de casos e os resultados dos exames laboratoriais relacionados à COVID-19, além de disseminar essas informações aos cidadãos e profissionais da saúde.

Além disso, foi graças à cloud que o Ministério da Saúde pôde manter a disponibilidade de alguns serviços.

Graças à tecnologia foi possível transferir ¼ dos dados do data center do Ministério da Saúde para a infraestrutura em nuvem e lançar o aplicativo Coronavírus SUS, o Portal Coronavírus Brasil e o Portal e-SUS Notifica em uma semana.

Todo esse processo contou com o apoio de especialistas da Embratel em todas as etapas do projeto: da escolha e contratação da nuvem ideal para o desafio (reforçando o papel de integradora de soluções que a empresa desempenha) à transferência da RNDS para o ambiente de produção.

Blockchain vai garantir a veracidade das informações

Desde que a Embratel migrou os dados da rede pública de saúde para a nuvem, as unidades de saúde participantes do Conecte SUS podem criar novas estratégias de melhoria no atendimento e gestão da jornada do paciente no sistema de saúde.

No entanto, é importante ressaltar que todo projeto do Ministério da Saúde foi trabalhado em cima de dois pilares de segurança:

  1. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD): o acesso aos dados dos pacientes do SUS segue as determinações previstas pela LGPD. Ou seja, é preciso a autorização do usuário para que as informações sejam compartilhadas.
  2. Blockchain: a tecnologia vai permitir a troca e validação dos dados entre as equipes de Saúde da Família, mas sem o intermédio do Ministério da Saúde, garantindo que as informações compartilhadas permaneçam seguras e descentralizadas.

Esses dois pilares podem ser explicados com o seguinte exemplo: imagine que uma pessoa moradora do Recife viaje a São Paulo a trabalho e precise de atendimento em uma APS na capital paulista.

Uma vez que os dados de atendimento dessa pessoa estejam armazenados na RNDS, o médico de São Paulo pode buscá-los, recebendo apenas o que foi solicitado, de maneira rápida e segura.

Ou seja, a troca de informações na RNDS só acontece sob demanda e, por conta da tecnologia blockchain, o médico vai conseguir validar que aqueles dados são da pessoa em atendimento, porque cada usuário tem um registro único (token).

Vale destacar que gestores, profissionais de saúde e cidadãos podem ter acesso aos dados da RNDS. No entanto, essa troca acontece em conformidade e com as melhores práticas de segurança.

Isso significa que um paciente vai conseguir baixar o próprio registro de atendimento, mas não terá acesso a dados de terceiros.

A importância da nuvem para o sistema de saúde

A computação em nuvem tem um papel fundamental na transformação digital dos sistemas de saúde. Imagine como o acesso a todo o histórico de atendimento de um paciente pode ajudar na jornada daquele cliente dentro de um serviço?

Além de evitar gastos desnecessários em exames e consultas repetidas, o profissional pode ser mais assertivo no atendimento, agilizando o tratamento e diminuindo o retorno às unidades de saúde.

Para os gestores, é ter uma visão completa de tudo o que está acontecendo na unidade, para poder decidir as melhores estratégias visando diminuir o tempo de espera das consultas e antecipar qualquer problema.

Um exemplo é a cadeia de suprimentos. Quando a tecnologia blockchain e a computação em nuvem andam juntas, o gestor tem informação em tempo real de suprimentos que devem ser repostos ou enviados para outras unidades.

Conheça os serviços em nuvem da Embratel

A sua jornada de transformação digital não precisa ser difícil. A Embratel conta com um portfólio completo de soluções em cloud de alta tecnologia, com operação 100% no Brasil e em um ambiente seguro e confiável:

  • Serviços de infraestrutura: possibilidade de criar uma infraestrutura em nuvem ou contar com a Embratel para implementar e gerir múltiplos ambientes (com apoio do Portal Multicloud).
  • Ferramenta de produtividade: plataforma de ambiente único que vai reunir todos os aplicativos da sua empresa, permitindo o trabalho remoto sem perder a produtividade.
  • Ambiente de nuvem: solução de armazenamento e compartilhamento de arquivos entre equipe, clientes e fornecedores.
  • E-commerce: conjunto de soluções para criar um comércio eletrônico de maneira ágil, fácil e segura.

Esses são só algumas das inúmeras soluções em nuvem que a Embratel oferece em seu portfólio. Descubra mais como transformar a sua empresa aqui.

Repassando o que vimos neste post

  • Embratel migra dados da rede pública de saúde para a nuvem.
  • Garantindo agilidade no atendimento e melhor gestão das unidades de saúde.
  • Assim como a disponibilidade dos serviços oferecidos pelo Ministério da Saúde.
  • Saiba mais sobre a jornada de transformação digital do SUS com as soluções em nuvem da Embratel.

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