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Varejo 4.0 como tendências tecnológicas vão impulsionar seus negócios

Varejo 4.0: como tendências tecnológicas vão impulsionar seus negócios?

O Varejo 4.0 utiliza diversas tecnologias para garantir uma melhor experiência de compra ao usuário e transformá-lo em protagonista dos negócios.

Principais destaques:

  • Tecnologia mudou forma como consumidores se relacionam com as marcas;
  • No Varejo 4.0, empresas utilizam tendências tecnológicas para se aproximar dos clientes;
  • Desafio para as empresas é descobrir quais delas são adequadas aos negócios;
  • Metodologia ágil é uma opção na hora de implementar soluções baseadas em Inteligência Artificial, Realidade Virtual e em outras tecnologias.

A tecnologia mudou a relação dos consumidores com empresas do varejo, uma vez que a jornada de compra não é mais linear. Ao mesmo tempo que utilizam diversos canais (off-line e on-line), são pessoas que esperam um atendimento de qualidade: seja ao tirar uma dúvida com o varejista, no recebimento de ofertas personalizadas, ou até mesmo no prazo de entrega de um produto.

O protagonismo do consumidor nos negócios de uma empresa é um dos conceitos do Varejo 4.0. Vão se destacar no mercado as companhias que, além de olharem para o cliente, aproveitam as tendências tecnológicas para aprimorar a experiência do consumidor. Mas o desafio é: quais são as tecnologias ideais e como aplicá-las em meus produtos e serviços?

“O cliente está incomodado [com o modelo tradicional de compra] e já não faz compras como antigamente. As empresas já perceberam isso e, nos dois últimos anos, varejistas vêm se movimentando para integrar seu e-commerce com a loja física”, comenta Fabíola Paes, cofundadora da Neomode, startup focada em soluções omnichannel.

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Quais as tendências tecnológicas do Varejo 4.0?

Como afirma Fabíola Paes, o Varejo 4.0 traz um movimento de reinvenção das empresas. “Antes os grandes investimentos eram feitos em lojas físicas. Agora, elas estão olhando para o on-line e para o mobile como formas de democratizar as compras dos consumidores”, avalia a especialista.

Mas por que o mobile? Segundo a pesquisa Global Consumer Insights Survey 2018, da PwC, os consumidores planejam gastar mais em compras e experiências, tanto em lojas físicas quanto on-line (via dispositivos móveis).

O relatório mostra, ainda, que 41% dos participantes brasileiros compram via smartphone pelo menos uma vez ao mês. Já 57% não se incomodam que um varejista monitore o padrão ou histórico de compras para fornecer ofertas personalizadas.

Com esses insights, o varejista pode considerar, para as lojas físicas, soluções baseadas em:

  • Internet das Coisas (IoT);
  • Realidade Virtual;
  • Realidade Aumentada;
  • Inteligência Artificial.

São soluções que geram pontos de calor e outros dados para entender melhor quem frequenta as lojas. Os benefícios são uma experiência de compra que vai ajudar na tomada de decisão do consumidor e criar um melhor relacionamento com a marca.

Para o e-commerce, o varejista pode pensar em:

  • Mobile (aplicativo otimizado para smartphones e tablets e com geolocalização);
  • Tecnologia de pagamento de um clique;
  • Sistema Clique e Retire.

“O varejista tem que ter em mente que, até mesmo em um aplicativo, ele deve entregar uma boa experiência ao consumidor”, ressalta Fabíola Paes. Por exemplo, com um app com geolocalização, a empresa consegue enviar notificações de ofertas ao smartphone e atrair o cliente que estiver passando próximo a uma loja da marca.

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Como transformar minha empresa em 4.0?

O avanço tecnológico não permite mais que empresas mantenham um modelo tradicional de negócios. “[O varejo 4.0] é um caminho sem volta, mas quem não conhece a tecnologia e como ela pode transformar os negócios tende a colocar dificuldade”, avalia Fabíola Paes.

A especialista ressalta que a empresa “pode e deve fazer um mapeamento dos processos internos e identificar quais soluções seriam ideais para os negócios dela”. Para isso, ela pode contar com a ajuda de companhias parcerias como a Embratel, que possui uma solução omnichannel.

Para Fabíola, varejo 4.0 é, em resumo, integrar todos os sistemas do varejista com tecnologia. “As tecnologias chegam para tirar todos os atritos de venda entre os canais físicos e digitais, como produto com preços diferentes no site ou na loja física, ou transformar a loja física em um minicentro de distribuição para agilizar a entrega ao consumidor”, exemplifica.

Mas como toda transformação digital, a empresa precisa investir tempo e dinheiro. Para que esse investimento seja eficiente, Fabíola aconselha adotar uma metodologia ágil. “É uma técnica boa para problemas complexos. Quando identificados, a empresa pode evoluir o diagnóstico em pequenas entregas. O importante é não transformar o projeto em algo de dois anos.”

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