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A Inteligência Artificial será a sua nova chefe e outros destaques

A Inteligência Artificial será a sua nova chefe e outros destaques

A Inteligência Artificial pode, um dia, ser a sua chefe?
A provocação é de uma reportagem do site The New York Times, que questiona como seria se a Inteligência Artificial visse a própria humanidade como algo a ser otimizado. Kevin Roose, autor da reportagem, usa como exemplo a seguradora MetLife, que utiliza a tecnologia para notificar o atendente do call center que é preciso falar mais devagar, mais rápido, se ele precisa demonstrar mais energia durante uma conversa com o consumidor. O uso de Inteligência Artificial com foco nos funcionários não é novidade: a PwC faz uso da IA para realocar colaboradores para áreas em que suas habilidades serão melhores aproveitadas; a IBM tem feito praticamente o mesmo; já na Amazon, a IA tem “demitido” funcionários que apresentam produtividade baixa, de acordo com a interpretação da tecnologia. O desenvolvimento de soluções baseadas em Inteligência Artificial tem sido alvo de discussão muito por conta dos preconceitos das pessoas que criam o algoritmo, mas quando a tecnologia é usada para dizer como os colaboradores devem agir durante o expediente, essa constante vigilância e análise será vista de forma positiva pela equipe?

O que impede a transformação digital de uma empresa?
Falta de orçamento e a cultura corporativa
, de acordo com um levantamento da OTRS, empresa que oferece Soluções como Serviço. A companhia conversou com 350 líderes de TI na Alemanha e Estados Unidos e o resultado é que 13% das empresas americanas e 23% das alemãs ainda estão na etapa de planejamento da transformação digital (ou seja, não deram os primeiros passos). Já 7% de todas as empresas pesquisadas não têm planos de digitalizar seus negócios. O maior impeditivo é a falta de orçamento (22%), segundo os entrevistados. Quanto à cultura corporativa, para os líderes de TI, há uma dificuldade de mudança por conta da rigidez (17%) e da falta de habilidades (13%).

Criminosos miram ataques em grandes companhias para exigir enormes pagamentos
A Norsk Hydro, companhia norueguesa de alumínio e energia renovável, sofreu um ataque ransomware em março deste ano (explicamos no Mundo + Tech como isso ocorreu). A investida deixou off-line 22 mil computadores em 170 sites da empresa em todo o mundo, mas a Norsk se recusou a pagar o resgate exigido pelos cibercriminosos e, até então, gastou 45 milhões de euros (R$ 196 milhões) na tentativa de retomar a produção em 100%. Agora, o site da BBC News UK trouxe uma reportagem que mostra evidências de que os resgates em alguns casos de ransomware estão sendo pagos em segredo por grandes organizações que buscam uma saída mais fácil para este problema. O vídeo (em inglês) pode ser visto no site da BBC News UK.

Libra é a criptomoeda oficial do Facebook
O Facebook anunciou, no último dia 18 de junho, sua própria criptomoeda baseada em blockchain: Libra. Usuários poderão fazer transferências e compras dentro da rede social, do Messenger ou do WhatsApp, além de outros serviços e varejistas. A Libra ainda está em fase de testes e tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2020. A criptomoeda será mantida pela Libra Association, glomerado de empresas que investiram aproximadamente US$ 10 milhões cada no projeto. Mastercard, Visa, PayPal, Spotify, Uber, MercadoPago e outras marcas fazem parte desta associação sem fins lucrativos. Os serviços prestados por essas empresas também irão aceitar a moeda como forma de pagamento. Elas também irão desenvolver a arquitetura que permita as transações. O site do TechCrunch traz uma reportagem completa sobre as vantagens e riscos da Libra.

Brasileiros ainda estão com pé atrás quando o assunto é LGPD
Segundo a pesquisa Unisys Security Index de 2019, 59% dos brasileiros desconfiam da eficácia da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). A 14ª edição do estudo ouviu 13.600 pessoas de 13 países – 1.019 foram do Brasil. Por aqui, a percepção de insegurança entre os consumidores atingiu 190 pontos, aumento de cinco pontos em relação a 2018 e marcando o índice mais elevado dos últimos cinco anos. Os brasileiros entrevistados ainda citaram e-mails com spam e golpes (54% e 42%, respectivamente), fraude com cartão bancário (39%), mensagens falsas no WhatsApp (36%) e roubo de identidade (19%) como fatores que geram a sensação de insegurança. A pesquisa completa está disponível no site da Unisys.

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