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Os 5R’s para reduzir custos com a nuvem, segundo a Gartner

Os 5R’s para reduzir custos com a nuvem, segundo a Gartner

Principais destaques:
– Mercado de nuvem pública deve movimentar US$ 206 bilhões em 2019, crescendo 17%;
– Infraestrutura como Serviço (IaaS) será a responsável por esse crescimento;
– Adotar serviços em nuvem reduz custo operacional, ganha performance e é capaz de realocar recursos de acordo com necessidades da empresa;
– Gartner cita 5R’s como estratégia para empresas que querem mudar modelos de negócio com investimentos em nuvem.

As empresas já estão cientes das vantagens de rodar suas aplicações de TI na nuvem, assim como a importância da computação em nuvem para a transformação digital. Em um cenário global, onde a cloud pública deve crescer 17% e movimentar US$ 206 bilhões em 2019, a Infraestrutura como Serviço (IaaS) será a maior responsável por isso. As previsões são da consultoria Gartner.

Para 2022, a expectativa da Gartner é de que 90% das empresas que comprarem IaaS de nuvem pública o façam de um provedor integrado de IaaS e PaaS (sigla para Plataforma como Serviço) e utilizem os recursos desse provedor. Os benefícios são a redução do custo operacional, ganho de performance e capacidade de realocar recursos de acordo com as necessidades da companhia.

“A demanda por ofertas integradas de IaaS e PaaS está impulsionando a próxima onda de adoção da infraestrutura em nuvem. Já as iniciativas estratégicas, como projetos de transformação digital que resultam na adoção de nuvem multicloud e híbrida, impulsionam o crescimento do mercado de IaaS”, disse Sid Nag, diretor de pesquisa da Gartner em nota divulgada no site da consultoria.

Os 5R’s para reduzir os custos com serviços em nuvem

Dentre várias estratégias para a implementação da nuvem, a Gartner cita os 5R’s como apoio para as empresas que querem aprimorar os modelos de negócio de maneira segura para a cloud, como mostra um artigo do site IT Forum 365. Conheça quais são esses cinco passos:

  • Rehost: é migrar os aplicativos de um ambiente local para a nuvem, mas sem alteração do código-fonte, ganhando tempo por não precisar de mais testes de validação. Também é conhecido como migração lift-and-shift.
  • Refactor: é alterar de forma mínima algumas arquiteturas dos aplicativos para que eles consigam se conectar ao PaaS ou SaaS e usar os serviços desses provedores.
  • Rearchitect: é modernizar o aplicativo ao modificar ou estender a base do código para escalar ou otimizar o programa antes de ser migrado para a nuvem. Isso garante uma arquitetura resiliente, escalável e que pode ser implantada de forma independente.
  • Rebuild: é recompilar os aplicativos usando tecnologias nativas na nuvem. Ou seja, é desenvolver um aplicativo do zero.
  • Replace: é descartar os aplicativos e usar um aplicativo comercial fornecido como um serviço.

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