6 ameaças à nuvem, a relação entre humanos e robôs e outros destaques

6 ameaças à nuvem, a relação entre humanos e robôs e outros destaques

Você conhece os seis tipos de ameaças à nuvem?
Muito se fala das estratégias de TI na nuvem – seja híbrida, privada ou pública. Mas como essa solução afeta a estratégia de segurança cibernética das empresas? O site CIO trouxe um artigo sobre as ameaças que põem em risco à segurança da cloud. Ataque de nuvem cruzada, ataque entre data centers, ataques entre inquilinos, ataque entre workloads, ataques de orquestração e ataques sem servidor foram identificados por empresas especialistas em segurança ouvidos pela reportagem. A publicação ainda aconselha as empresas a concentrar as estratégias de segurança em três principais áreas: ferramentas, arquitetura e pontos de conexão. O artigo completo você confere aqui.

Falando em nuvem…. a Inteligência Artificial e o Machine Learning vão quebrar as arquiteturas de nuvem?
O questionamento é do site Information Week. A Inteligência Artificial e Machine Learning são alimentados por muitos dados e o site ouviu um futurista para debater o assunto. Para Tom Koulopoulos, as arquiteturas de nuvem hoje não vão ser suficientes para aguentar a quantidade de dados que serão gerados. Ele acredita que IA e o aprendizado de máquina serão os condutores da próxima onda de inovações de armazenamento de dados: “quanto custa para gerar, transferir e armazenar os dados?” Koulopoulos usou o exemplo de um único carro autônomo que gera, em média, 2 TB de dados por dia. “São dados que geram US$ 3 milhões a mais por ano no orçamento de uma empresa”, comentou. O futurista acredita que as startups irão liderar o próximo movimento de soluções de armazenamento na nuvem.

Quanto tempo uma mão robótica pode levar para aprender sozinha a manusear um cubo?
100 anos. Este é o tempo que uma mão robótica seria capaz de manipular um cubo sem a ajuda de um ser humano. O resultado foi estimado após pesquisadores de Inteligência Artificial utilizarem aprendizado de máquina para fazer a simulação. O sistema robótico, chamado de Dactyl, foi desenvolvido pela organização sem fins lucrativos OpenAI, com sede no Vale do Silício. Dactyl tem uma câmera comum e um algoritmo que utiliza uma técnica de aprendizado conhecida como aprendizado de reforço. A mão robótica recebeu a tarefa de manusear o cubo para que um determinado lado ficasse para cima. Foram 50 tentativas, mas somente 13 vezes que o objetivo foi concluído. Parece pouco, mas para os cientistas, a mão acertou mais que uma criança humana seria capaz. O vídeo completo mostrando este desafio pode ser conferido aqui.

Falando em robôs, os do Walmart não estão se dando muito bem com os funcionários
A informação é do site The Washington Post, que trouxe uma publicação sobre como colaboradores da empresa estão se sentindo ao interagir com robôs no ambiente de trabalho. Muitos funcionários acham que estão sendo desvalorizados e que os empregos estão menos agradáveis, já que precisam cuidar e treinar os robôs disponíveis nas lojas da rede. Atualmente, o Walmart conta com robôs em 1.500 locais. Em contato ao site Gizmodo, a rede norte-americana informou que o uso de robôs é para que os funcionários “tenham mais oportunidades de fazer o que eles são especialmente qualificados: atender os clientes no andar de vendas”.

Microsoft elimina banco de dados para reconhecimento facial
Reconhecimento facial ainda gera grandes debates na comunidade de inovação. Em São Francisco (Estados Unidos), a tecnologia foi banida para uso da polícia e órgãos públicos para diminuir os riscos de limitação dos direitos dos cidadãos. Agora, a Microsoft deletou sua base de dados de reconhecimento facial após a empresa convocar políticos norte-americanos para discutir sobre como melhorar regulamentação de sistemas de reconhecimento. O banco de dados, que possivelmente foi usado para treinar um sistema operado por forças policiais e militares dos EUA, foi criado em 2016 e alimentado com imagens de mais de 100 mil pessoas conhecidas.

Relatório mostra como é a experiência de vídeo no 4G em todo o mundo
O estudo O estado da experiência de rede móvel – Benchmarking mobile na véspera da revolução 5G da empresa de análise móvel Opensignal, mostrou que o Brasil tem uma boa experiência de download (atrás apenas do México) de 4G e que nenhum país no mundo consegue uma nota excelente quando o assunto é streaming de vídeo (O Brasil está classificado como Fair Video Experience). O relatório também concluiu que o 5G poderá mudar este cenário com velocidades de conexão mais rápidas e uma cobertura de capacidade que pode melhorar o congestionamento na geração atual.

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