“IoT não depende de 5G”

A demanda por 5G no Brasil deve crescer à medida que os dispositivos de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) ganharem o mercado. Para conectar centenas de milhares de objetos à internet será preciso investir em conexão de alta qualidade, ou seja, redes seguras e rápidas. O executivo Carlos Botelho, gerente de Planejamento e Controle da Embratel, acredita que o 5G vai impulsionar ainda mais os negócios de produtos IoT, mas não é condição para o desenvolvimento da tecnologia.

“Onde houver demanda por maior velocidade, ou baixa latência, quando se fala em carros autônomos, telemedicina… Aí sim, vamos precisar do 5G. Mas no momento só essa discussão já é importante para o mercado”, afirma.

O pensamento da Embratel está alinhado com os principais órgãos do setor, à exemplo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Thiago Camargo, secretário de Políticas Digitais da pasta, compartilha da ideia de que IoT não é um serviço de valor agregado, é uma infraestrutura.

“Hoje, as pessoas se comunicam, fazem negócios, cuidam da própria saúde, buscam informações, cuidam da educação, se locomovem, tudo isso baseado em escolhas que vem a partir do uso de conectividade”, enumera Camargo.

Para garantir essa conexão, a Embratel está investindo em recursos terrestres e satelitais, dando um passo à frente entre os fornecedores de telecom e TI, no sentido de oferecer as condições necessárias para as que as empresas brasileiras inovem. “Nós estamos em um momento de lançamento das soluções IoT em geral, tanto da parte de celular quanto da parte satelital. Nós acabamos de lançar o satélite de banda Ka e estamos entregando os produtos até o final do ano”, conta Fábio Alencar, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Embratel Star One.

Entenda um pouco mais sobre a revolução que a Internet das Coisas está promovendo nas nossas vidas em http://bit.ly/2A061Is

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